quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

cursos de formação continuada na área da matemática


Formação Continuada de Professores de Matemática

      O aspecto impulsionador do presente estudo tem sua referência na literatura ao afirmar que o professor tem sua formação em dois níveis interligados: inicial e continuado. O foco é a formação continuada que ocorre como decisão própria, em situações solitárias da sala de aula. O pressuposto é de que o professor cria ações pedagógicas pelas necessidades que se apresentam no cotidiano escolar, mais especificamente diante das dificuldades dos alunos e de sua prática pedagógica. O objetivo traçado foi analisar as produções dos professores com a intenção de levar os alunos à aprendizagem. Constituíram sujeitos da pesquisa professores de Matemática do ensino fundamental (5ª a 8ª) de escolas pertencentes a 3ª Gerência da Educação, Ciência e Tecnologia. Outra característica das criações é o esforço para articular o conteúdo matemático e suas aplicações em contexto cotidiano, fazendo com que as relações conceituais fiquem em segundo plano e tornando-se evidente a desarticulação entre conceitos cotidianos e conceitos científicos. Mesmo imbuídas de boas intenções, as criações dos professores, às vezes, não levam à apropriação dos conceitos por parte dos alunos, como eles almejam. Têm um caráter mecanicista, pois têm a função de macetes para que o aluno apenas memorize e reproduza sem significado e sentido o conteúdo a ser aprendido.

Algumas concepções sobre matemática e formação de professores.

     Fiorentini (1995) diz que o modo de ensinar matemática depende da concepção de Matemática, de ensino, de aprendizagem e de Educação. Por extensão, está a forma de perceber “a relação professor-aluno, dos valores e das finalidades que o professor atribui ao ensino da matemática, da visão que tem de mundo, de sociedade e de homem”.

    Por isso, a reflexão sobre a produção pedagógica na ação docente dos professores de matemática é antecedida pelo entendimento do que seja conhecimento matemático. Nesse sentido, Moreira e David (2003, p.66) alertam para a necessidade da distinção entre dois tipos de matemática: escolar e científica. A matemática científica é resultante da prática do matemático, e a matemática escolar é resultante da prática do professor de matemática da escola. 
   
    Os autores dizem que é possível analisar a matemática escolar de três maneiras, cada qual com diferentes visões de formação de professor. Se for concebida como uma “mera versão didatizada da matemática científica, o processo de formação do professor acaba se estruturando em torno desta última” (MOREIRA; DAVID, 2003, p.78).A formação pedagógica se encarregaria de “fornecer o lubrificante” para o processo de ensino, tornando a prática apenas como instância de aplicação dos saberes da formação. Se tomada como uma construção autônoma da prática escolar, e sendo auto-suficiente na produção dos saberes profissionais, o processo de formação do professor, seja este como for não faz diferença.

    Também, a matemática escolar pode ser pensada como construção histórica com vários elementos internos e externos à instituição escolar, fazendo com que a “prática profissional efetiva dos professores assuma um papel fundamental no processo de formação”.

    Shulman, citado por Moreira e David (2003), estabelece uma série de conhecimentos pertinentes e indispensáveis à prática docente: do conteúdo, curricular, pedagógico geral, pedagógico do conteúdo, das características cognitivas dos alunos, do contexto educacional e dos fins da educação. O destaque é para o “conhecimento pedagógico do conteúdo”, poisA escolha dos conteúdos, por parte do professor de matemática, torna-se uma ação indispensável e primordial, pois, segundo Moura (1995, p.19), nessa responsabilidade está o entendimento “dos conceitos que considera necessários para a compreensão dos fenômenos físicos e sociais”.

    No que se refere à especificidade do educador matemático, Moura (1995, p.21) destaca dois aspectos a serem adquiridos no processo de sua formação: “a certeza de que o conhecimento está em constante transformação ou em criação”, e a consciência “de que sua formação é um conceito relativo, pois deverá estar constantemente buscando novos conhecimentos para poder empreender cada vez melhor a sua ação educativa”.

    Sendo assim, o professor passou a ser visto como sujeito que aprende continuamente e “toma parte do conjunto de fenômenos vivenciados por este e as ações empreendidas, no sentido de entender estes fenômenos em busca de transformá-lo em conteúdo de ensino” (MOURA, 1995, p.23). 

    Para Souza et al. (1991, p.90), o aluno-professor, ao cursar uma licenciatura em Matemática, deve adquirir três características básicas: ser livre, competente e comprometido. Liberdade significa que possa ser independente e com condições para escolher o tema e metodologia a ser adotada. Para tal, exige a compreensão do contexto histórico e sociocultural tanto da Matemática quanto do ser humano. Por sua vez, a competência não se reduz apenas ao domínio cognitivo, mas ao domínio dos modos de pensar específico da criação e do desenvolvimento da matemática. Já o “comprometimento” é entendido como inconformismo com o contexto do fracasso do ensino de Matemática observado em suas múltiplas dimensões. 

    Portanto, os professores convivem com inquietações que podem levá-los a referenciais práticos ou teóricos para a produção de suas aulas ou propostas que venham a contribuir para o que eles admitem como boa aprendizagem ou qualidade de ensino da matemática. Dito de outra forma, a consciência de suas competências e comprometimento é geradora de um processo de formação conceitual com vistas à apropriação dos conceitos matemáticos por parte de seus alunos.

cursos de formação continuada na área da matemática 

    O Curso de Formação Continuada de Professores de Matemática “Materiais Virtuais Interativos para o Ensino da matemática” na modalidade EAD, totalmente gratuito, com fluxo contínuo de entrada recebeu, desde o dia 18 de fevereiro, mais de mil inscrições. O curso é coordenado pela professora Tânia Michel Pereira, do Departamento de Física, Estatística e Matemática da UNIJUÍ.

    O curso é uma das ações do projeto de extensão “O uso da informática no ensino da matemática na educação básica”. O projeto conta com o financiamento do Fundo Institucional de Extensão (FIE), com bolsa PIBEX – Programa Institucional de Bolsas de Extensão da UNIJUÍ e conta com a participação do NTE/36ª Coordenadoria Regional de Educação desde 2005, além da participação de voluntários.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

HISTÓRIA DA FORMAÇÃO DOS DOCENTES NO BRASIL (3º AULA)


1º ESTAÇÃO 
MAPA CONCEITUAL




TEXTOS :  2º ESTAÇÃO 

A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PRIMÁRIOS


           Primeiro modelo de formação de professores era a escola normal que formava professores para as séries primárias que durou de 1964 até 1971.

           Depois do fim das escolas normais,o atual ensino médio chamado na época de 2º grau era dividido em dois científico e magistério com o objetivo de preparar as pessoas para o mercado de trabalho.
          
           Que foi prejudicial a formação de professores primários perdeu-se um pouco do foco que era completamente voltado para sua formação.

           Outro ponto prejudicial era que qualquer professor (por exemplo formado em:ciências,física,letra , etc.)poderia lecionar para os professores primários com a aprovação em um concurso assim perdendo a essência do ensino primário.
          
           Atualmente todos os professores tem formação universitárias em pedagogia ou em licenciatura que eram os antigos bacharelados com uma formação rápida pedagógica no final do curso.
           
          Porém as licenciaturas lecionam a partir do 6º ano até o 3º ano médio e as séries iniciais professores formado em pedagogia.

           Mas a uma discussão em relação a docência nas séries iniciais pois quem formou-se em magistério também está apto a lecionar . Porém depende dos editais de concursos para saberem se a exigências de cursos superiores.


TEXTO: 3º ESTAÇÃO 

FORMAÇÃO DOS PROFESSORES

           No professor a uma certa ausência no sentido sociocultura ele deve lembrar-se que lidará com pessoas diferentes de modo geral cada uma com seus valores. E preciso aprender um pouco de antropologia cultural para lidar com essa situação.

          A identidade de ser professor não está estalada é adquirida com o tempo ele deve ter uma noção concreta onde ele vai lecionar.

          O professor iniciante normalmente não tem esse tipo de preparo nas universidades,não é como um estudante de medicina que conhece o hospital, na maioria das vezes o professor recém-formado nunca entrou em uma sala de aula com o objetivo de ensinar.

          Não se sabe muito dos professores que formam professores além de seus currículos excelentes, eles vem de diversos cursos e muitas das vezes não tem experiencias de estar em uma sala de aula.

          A carreira de professor é muito criticada e não é atrativa na maioria dos estados brasileiros e a também a questão do salario que deixa muito a deseja tornando a profissão desvalorizada.

         Cada escola tem seu modulo escolar porém a desorganização do sistema levam os professores a trabalharem em escolas diferentes e em disciplinas diferentes ligadas a sua formação esse remanejamento não é ruim mas devia ser mais organizado para esses profissionais trabalharem em uma única escola. Contudo a uma resistência do sistema a isso.

         Não há currículo mínimo ou máximo para os professores apenas existem diretriz que foi uma maneira democratizar o ensino para que cada instituição escolhessem seus caminhos.

         O fornecimento de material para o trabalho docente na maioria das vezes se tem,porém não é utilizado por exemplo os laboratórios não se tem aulas nele para preservá-los ou por conta do trabalho de elaborar uma aula nesse local.

         Além de outros tipos de material como os de campanha , as vezes a tantos que o professor os deixa de lado,para dar suas aulas pois não a tempo para passar todos.